Siareir@s Galeg@s, ESAIT e CAT comparecen no Congresso para exigir a oficialidade das selecçons nacionais

Umha delegaçom de Siareir@s Galeg@s comparecerá no Congresso dos Deputados, junto com ESAIT e a Plataforma pro Seleccions Esportives Catalanes, para exigir o direito de Galiza, Euskal Herria e Catalunya a ter selecçons desportivas próprias que puder competir de jeito oficial.

O nosso colectivo acodirá o vindeiro dia 21 de maio ao Congreso dos Deputados, em Madrid, onde participará numha comparecência conjunta com o colectivo pro-oficialidade basco ESAIT e com a Plataforma proSeleccions Esportives Catalanes. Alí, representantes dos tres colectivos leram um manifesto conjunto no que vindicaram o direito de Galiza, Euskal Herria e Catalunya a contar com selecçons desportivas própias que puder competir de jeito oficial em competiçons internacionais.

A iniciativa, que parte de ESAIT, enquadra-se dentro dumha campanha que servirá para levar à capital espanhola a vindicaçom da oficialidade, com motivo da celebraçom da final da Copa do Rei, entre o Athletic Club e o F.C.Barcelona, que terá lugar o 25 de maio em Madri. Siareir@s Galeg@s, ESAIT e a Plataforma proSeleccions Esportives Catalanes continuaram trabalhando em açons institucionais conjuntas, sendo a vontade levar umha proposta aos parlamentos das comunidades galega, basca e catalá, respectivamente, para o reconhecimento da oficialidade das federaçons desportivas própias e a sua capacidade para competir de maneira internacional, amparando esse direito de forma legal. Ademais, deste jeito, as jogadoras e jogadores federados poderiam escolher com que selecçom competir, eliminando as posíveis sançons actualmente vigentes por nom acudir à convocatória da selecçom espanhola.

No Estado espanhol existem selecçom desportivas coma as de Galiza, Euskal Herria e Catalunya que nom tenhem direito a participar de competiçons internacionais de jeito oficial. A razom é que o governo espanhol impide a estas selecçons a presença internacional por meio de pressons diplomáticas e mesmo procedendo a mudanças nos estatutos dalgumhas federaçons internacionais para impedir a devandita participaçom.

A esta falta de reconhecimento já grave de por si, no caso galego há que engadir o ataque que supom a negaçom da selecçom galega oficial por parte da Xunta de Galicia, perpetrada polo presidente Alberto Núñez Feijóo nada mais chegar ao cargo. A excusa da “austeridade” nom val para justificar o que nom é senom umha parte mais da cruzada anti-galega do PPdeG mais espanholista.

É obvio que existem no mundo federaçons de naçons sem estado que participam em situaçom de igualdade contra Espanha, França, Alemanha o qualquer outro país. Aí temos os exemplos de Irlanda do Norte, Escócia, Gales, Ilhas Feroe, Groenlândia, Gibraltar, Palestina, Quebeque, Tahiti, Hong-Kong, Sáara (hai pouco admitida) e um longo etcétera, o qual demonstra a asimilaçom e nulidade a que nos submete Espanha.

Deste jeito, o Estado espanhol deveria respeitar os direitos individuais e colectivos das e dos desportistas bascos, catalans e galegos para competir com as suas respeitivas selecçons e com os hinos e bandeiras que lhes representam, e nom aplicar umha política de imposiçom e de castigo que pode implicar até umha retirada da licença federativa.

Como colectivo som muitos os anos de luita e compromisso que temos demonstrado com as nossas selecçons e a nossa pátria. Podem ter bem claro que nom imos parar com as nossas vindicaçons e seguiremos dia após dia até acadar os nossos objectivos. A sua repressom e negaçom só nos fam mais fortes e nos da folgos para continuar adiante.

UMHA NAÇOM, UMHA SELEÇOM!

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Siareir@s Galeg@s soma-se ao bloco laranja no 17 de Maio

Mais um ano chega o Dia das Letras Galegas com pouco que celebrar e muito polo que luitar. A nossa língua atopa-se numha situaçom crítica de ataque e abandono social que vai em aumento ano após ano e na que se fai necessária umha luita activa para a sua defesa. A língua é um dos eixos principais que nos identifica como povo e que mantém vivo o nosso ser como galegas e galegos.

É por isso que o nosso colectivo se adire à convocatória dum bloco laranja na manifestaçom deste 17 de Maio. A nossa luita polas selecçons nacionais e o desporto galego nom fica só nisso e nom tem sentido sem ir ligada à defesa da soberania do nosso povo e dos seus dereitos como tal. Desde o nosso colectivo sempre vinhemos apoiando iniciativas que buscam unir forças neste sentido e é esta umha ocassom mais na que estaremos na rua, junto com outras organizaçons, para cumprir com isto.

Animamos também a tod@s @s galeg@s comprometid@s como o nosso pais a manifestar-se na vindeira quinta-feira desde a alameda de Compostela e a fazer sua cada dia a luita polo dereito a vivermos em galego.

Abaixo anexamos o manifesto do bloco laranja que assumimos como colectivo:

A língua por bandeira: Na Galiza, só em galego!
Pola Oficialidade Única do Galego

A defesa do galego por parte de todos e todas as habitantes do nosso país é a melhor e a mais efetiva maneira de afirmarmos o direito coletivo a sermos o que sempre fomos: galegos e galegas.

A perseguiçom do direito fundamental a vivermos na nossa língua, protagonizada por todas e cada umha das instáncias oficiais da institucionalidade espanhola, é a melhor prova de até que ponto existe umha planificaçom por parte do Estado espanhol para a desapariçom da Galiza como realidade diferenciada e com direito à existência.

O anterior é certo e visível no dia a dia de todos e todas nós. Os mecanismos de poder lingüístico mantenhem-se em maos do espanholismo de maneira inegociável para eles. A açom desgaleguizadora nom se reduz às etapas de governos do PP, por mais que essa força política represente a expressom mais crua da barbárie espanhola.

Esses mesmos mecanismos lingüicidas estám presentes nas instituiçons governadas por todas as forças do espanholismo, “duro” e “brando”, e atuam de maneira decidida, favorecendo e favorecendo-se, em simultáneo, da desarticulaçom da comunidade lingüística galega.

Concelhos, deputaçons, governo autónomo, organismos de justiça, ensino público e privado, meios de comunicaçom, poderes económicos… todos eles som expressons dos interesses oligarquia espanhola dominante e contam com a vergonhosa colaboraçom da classe dirigente galega, vendida e renegada.

Hoje é bem visível o resultado da cooficialidade “outorgada” pola Constituiçom espanhola de 1978, que só marcou umha nova fase do histórico processo de assimilaçom. Desta vez em nome do bilingüismo, preparou o terreno para a liquidaçom definitiva do galego, que hoje está mais próxima do que nunca estivo.

A resistência que no plano lingüístico sempre nos caraterizou, e que nos permitiu mantermos esse património milenar que é a língua, corre hoje mais risco que nunca de ser varrido polos poderosos meios de propaganda e restantes ferramentas com que conta o projeto nacional espanhol para conseguir o seu objetivo final: deixar a Galiza sem fala, convertê-la em mais umha regiom espanhola rendida e desarmada.

A resposta tem que estar à altura da agressom. Devemos promover e articular a unidade de todos os setores conscientes e defensores da nossa identidade lingüística; devemos praticar e exercer dia a dia, em cada cidade e em cada vila, o direito a viver e organizar-nos em galego; mobilizar-nos e denunciar cada nova agressom, mantendo sempre em alto a bandeira que melhor representa o que ainda somos: galegos e galegas.

– Querem converter o galego em língua marginal e estrangeira na própria pátria: defendamos a sua centralidade em toda atividade social, sem concessons.
– Querem que o galego seja umha fala regional, “autonómica” e dependente do todo-poderoso espanhol: afirmemos e pratiquemos a unidade lingüística galego-luso-brasileira, pois o galego fai parte de um amplo espaço lingüístico internacional e nom podemos desperdiçar o que isso supom.
– Querem converter o conflito lingüístico num assunto institucional, decidido polas maiorias e minorias parlamentares: levemos o conflito às ruas e situemos o galego por cima de qualquer fracionalismo partidista e eleitoreiro. O galego é o primeiro!
– Querem que assumamos o bilingüismo oficial e desequilibrado como inevitável, sabendo que o tempo joga a favor do espanhol: exerçamos a nossa soberania lingüística, reivindicando a Oficialidade Única do galego numha Galiza soberana.
– Querem que assumamos o espanhol e, através dele, que assumamos Espanha. Respondamos promovendo e galeguizando todo o tipo de projetos sociais, públicos e comunitários: escolas, centros sociais, produçom cultural, música, luita social, política e sindical… todo ao serviço do nosso principal sinal de identidade coletiva, todo ao serviço de umha Galiza livre e em galego.

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Conde Roa afoga o desporto municipal mentras destina miles de euros a organizar grandes eventos desportivos

Nestes meses o Concelho impujo ao desporto local de base umha política selvagem de ajustes que contrasta com o destino de miles de euros a organizar espectáculos desportivos que, se se desbotam os ganhos que geram pontualmente a certas empresas, som inúteis para a cidade e lastram a promoçom do desporto de base e local.

Assim mentres a Fundación Compostela Deporte se afoga num buraco de 200.000 euros e aplica recortes de pessoal, o edil de desportos, Adrián Varela, tentou trazer à cidade a Copa Davis por dous milhões de euros ou a Vuelta Ciclista a España por 120.000; montou umha pista de patinagem na Quintana, com promoçom de Gadis, que custou 8000€ e trouxo à selecçom espanhola de futebol com 40.000, a pesares de que parte da vizinhança nom sentimos esta selecçom como própria. Mentres, Raxoi achegou apenas 85.000 euros para promocionar o desporto de base em 2011. Varela declarou recentemente a distintos meios que seguirá a trabalhar nesta direcçom: fomentar espectáculos desportivos com os recursos que Raxoi deve dedicar a promover o desporto local e de base.

O desporto espectáculo nom produz riqueza na cidade

Preocupa-nos que o Concelho vexa o desporto como um reclamo turístico: nom acreditamos que a afluência massiva de visitantes seja boa por princípio, gere riqueza para tod@s e deva orientar, por exemplo, a política desportiva local quando os nossos meios som tam limitados. Se a potenciaçom do desporto espectáculo debilita a promoçom do de base, porque, segundo repetem até cansar, nom há dinheiro, haverá que exigir ao Concelho que ponha como prioridade exclusiva a potenciaçom do desporto municipal.

Pretender melhorar a situaçom económica da cidade com a celebraçom de eventos desportivos é irrisório: com 9200 vizinh@s sem trabalho e 22% de pobreza no município, o que necessitamos som políticas sociais, vivenda pública, apoio às famílias com dificuldades, potenciaçom dos sectores produtivos locais, suspensom dos despejos de casas, etc., mas nom ocorrências coma estas. Os ultra neoliberais que ocupam Raxoi com voto do 25% d@s eleitor@s potenciais nom tenhem mais projecto para esta cidade que a Disney Compostela e, dominados pola falha de imaginaçom e o complexo pailám, consideram que o futuro socioeconómico de Compostela só deve pivotar sobre a afluência de visitantes

O esperpento caso do campo de futebol do Sergas

O campo de futebol do Sergas é um exemplo da política desportiva municipal: ainda que custou 1.25 milhões de euros, leva mais dum ano em desuso e os clubes de futebol, rugby, etc. dos bairros cercanos devem adestrar em Vilestro ou Marantes. Ademais, o Concelho, que deve 2.7 milhões à Fenosa, nega-se a retirar as linhas de meia tensom que sobrevoam As Cancelas, Sam Lázaro, Sam Marcos e o próprio campo, ponhendo em perigo a saúde dos rapazes e rapazas que adestram nele. Os campos electromagnéticos gerados por estas linhas tenhem capacidade cancerígena, mas constatamos mais umha vez que a eléctrica tem colhido ao Concelho e este impede a homologaçom do campo para nom entrar em conflito com a empresa.

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Alexandre Costa: ”O ativismo desportivo é umha peça da construçom nacional”

Reproduzimos a entrevista que o Diario Liberdade realizou ao nosso companheiro Alexandre Costa poucos dias depois do jogo entre as selecçons nacionais da Galiza e do Saara Occidental. Alexandre Costa avalia as jornadas do passado 23 de Dezembro em Teu, fazendo também balanço dos 15 anos de ativismo do nosso colectivo.

Diário Liberdade – A semana passada tivo lugar o jogo da seleçom de futebol organizado por Siareir@s Galeg@s. Como avaliades as jornadas?

Alexandre Costa – Como coletivo, avaliamos muito positivamente as nossas jornadas, já que, por umha parte, fomos capazes de reunir mesmo número de pessoas que anos anteriores, apesar de contarmos, a priori, com condiçons mais desfavoráveis, como o facto de realizarmos as jornadas em dia laborável e num Concelho mais pequeno. Por outra parte, consideramos também muito positivamente o facto de contarmos novamente com a presença de desportistas galegos de nível internacional, como David Blanco, Rabunhal, Ezequiel Mosquera ou a própria Verónica Boquete.

DL- Siareir@s fai este ano 15 ano de ativismo polas seleçons desportivas. Impom-se perguntar-che qual é o vosso balanço.

AC- Nós, quando fazemos um repasso da nossa trajetória, diferenciamos claramente três etapas. Umha primeira em que se constituiu o movimento, na qual se sentárom as bases e se afixárom os objetivos polos quais luitar, como por exemplo a erradicaçom do localismo, a luita contra o neo-desporto capitalista que poderiamos denominar negócio-espetáculo, ou a exigência de que as seleçons nacionais galegas podam competir a nível internacional de forma oficial.

Depois houvo umha segunda etapa, que coincide com o bipartido na Junta da Galiza, em que, se bem é certo que se criárom seleçons galegas em algumhas disciplinas, consideramos que por parte dos responsáveis da Junta os passos fôrom insuficientes, produzindo-se um estancamento ao nom apostarem em requerer e exigir o direito a poder competirmos oficialmente.

E umha terceira etapa que é na que nos encontramos em estes momentos, umha etapa na que eles negam-nos o direito a termos as nossas seleçons, nom fam mais do que pôr paus e pedras no nosso caminho, mas na qual nós estamos sendo capazes de reagir e superar estes obstáculos, continuando com as nossas atividades e pondo em cima da mesa o debate e a proposta de oficialidade.

DL- Que êxito concreto destacarias etre os que a vossa atividade fijo possíveis?

AC- Para nós, já é um êxito conseguirmos que umha seleçom galega salte a um campo de jogo, ainda que evidentemente nós trabalhemos para que seja numha competiçom e a nível oficial. Por outro lado, consideramos a nível interno-organizativo um êxito que, nesta etapa e com as dificuldades tam altas impostas polos órgaos políticos e desportivos, sejamos capazes de levar adiante as nossas jornadas de umha forma autogerida e auto-organizada.

DL- Que dirias a quem poda julgar que nas condiçons atuais da Galiza existem outras prioridades antes que preocupar-se com o reconhecimento desportivo?

AC- Nós como coletivo consideramos que o trabalho e o ativismo desportivo é umha peça mais do puzzle da construçom nacional e do reconhecimento da Galiza como naçom em todos os seus ámbitos e aspectos. Consideramos que o povo galego deve trabalhar em todas as frentes: na cultural, na política, na sindical… mas também na desportiva, já que é necessária e imprescindível para o avanço deste povo. Também é muito útil e importante criarmos referentes desportivos galegos nos quais se poda ver refletida a populaçom. Somos da opiniom de que nom deve ser minusvalorizado o trabalho neste campo, pois todo o trabalho soma para o que mencionava anteriormente: a construçom nacional da Galiza.

DL- Vai ser possível manter e estender as reivindicaçons de seleçons próprias na etapa de domínio absoluto do PP que agora começa?

AC- A nós causa-nos indiferença qual seja partido do regime que governe em cada momento; sabemos quais som os nossos objetivos e qual a nossa meta e por isso temos que trabalhar. Sabemos que nos aguarda um longo caminho, sabemos que encontraremos muitos obstáculos nesta viagem, mas estamos seguros e seguras de que com trabalho e esforço atingiremos os nossos objetivos e a nossa desejada meta.

DL- Mais nada, Alexandre, obrigadas por nos atenderes.

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Vídeo do jogo Galiza vs RASD em Teu

O passado 23 de Dezembro a selecçom galega de futebol voltou a enfrentar-se a um povo irmão, neste caso à RASD (República Árabe Saaraui Democrática). O jogo, tinha como objectivo demandar a continuidade e oficialidade das selecçons desportivas galegas e logrou concentrar nas bancadas do campo da Canhoteira a mais dum milhar de pessoas. Sem apoio da federaçom, nem dos clubes, nem das instituçons públicas nem dos meios, desfrutamos de novo dumha jornada desportiva em chave internacionalista.

Vídeo elaborado pol@s companheir@s de GzVideos.

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Mais um ano, o povo fixo-o

Mais um ano e mália as trabas e impedimentos dos que cada ano tentam que o nosso projecto nom siga adiante, a selecçom galega voltou ao terreno de jogo da mão de Siareir@s Galeg@s, coincidindo com o nosso XV aniversário.

As actividades começarom a primeira hora da tarde com umha exibiçom de combate medieval por parte da SCEA (Sala Compostelá de Esgrima antiga) e o tradicional aberto de bilharda da LNB. A continuaçom, e depois dos impedimentos da Guarda Civil, que solicitava documentaçons de responsaveis, saia a manifestaçom nacional do campo de futebol. 500 pessoas percorrerom os caminhos e ruas de Cacheiras baixo o lema: 15 anos luitando polas selecçons nacionais!. As 20:30h voltava a manifestaçom ateigando o campo de futebol com mais dum milhar de pessoas que arrouparom à Irmandinha durante o jogo contra a República Árabe Saaraui Democrática. Antes do encontro fixo-se um pequeno ato no que se exigiu justiça no caso de Ezequiel Mosquera e se lerom discursos a prol da oficialidade da nossa selecçom e da igualdade de gênero no desporto. O jogo começou com o saque de honra do ciclista galego e decorreu num ambiente de festa e irmandade entre o povo galego e o povo saaraui e ainda que Galiza ganhou por 2 – 1 (com golos de Verónica Boquete e Jimmi), o que menos importava era o resultado.

Rematado o encontro começarom os concertos que fechariam a jornada. Umhas 400 pessoas acudirom ao campo da festa para disfrutar dos grupos galegos Invivo, Contra as Cordas e Bastards on Parade e os cataláns Opció K-95.

Desde Siareir@s Galeg@s valorizamos as nossas jornadas como um gram sucesso no que o movimento galego respostou, mais um ano, apoiando a oficialidade da selecçom numha jornada totalmente autogestionada. Nom só nom contamos com apoio institucional, se nom que cada vez atopamos mais impedimentos por parte das instituiçons e dos corpos de repressom do estado. Este ano, ademais dos impedimentos da federaçom para deixar participar @s jogador@s, também a Guarda Civil presionou ao concelho de Teu para impedir que os nossos atos decorreram com normalidade.

Nom nos esquecemos de toda essa gente que aportou o seu para que estas jornadas se levaram a cabo. Queremos assim agradecer o trabalho e a colaboraçom de cada umha delas, assim como a assistência desse milhar de pessoas que acudirom o dia 23 a Teu. Nom temos o apoio da federaçom, nem dos clubes, nem das instituçons públicas, nem dos meios. Mas tampouco o queremos nem o precissamos. Temos um povo galego digno capaz de respostar ante estes ataques e de fazer sua as nossas reivindicaçons. Mais um ano demonstramos que tod@s junt@s podemos faze-lo.

UMHA NAÇOM, UMHA SELECÇOM!

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Publicamos os horários e pontos de saída dos autocarros fretados para a jornada nacional do 23-

Siareir@s Galeg@s fretou varios autocarros para facilitar a assistência à jornada nacional do 23-D em Cacheiras (Teu) em defensa das selecçons nacionais. Um autocarro partirá desde Vigo, outro desde Ourense e um terceiro desde Ponte Areias fazendo paragem em Ponte Vedra. Também haverá um quarto autocarro fazendo o trajecto Compostela-Cacheiras e vice-versa de forma continuada saindo aproximadamente cada hora o longo da tarde e da noite.

Os horários e paragens som os seguintes:

16:00h. Saída desde Vigo, Praça dos Cavalos.

16:00h. Saída desde Ourense, Pavilhom dos Remédios.

15:00h. Saída desde Ponte Areias, estaçom de autocarros, com paragem às 15:30h no Pavilhom dos Desportos (Ponte Vedra).

16:00h. a 22:00h. Saída desde Compostela, Praça de Galiza, com paragem no Campo da Festa (Cacheiras).

A organizaçom dos autocarros solicita a máxima pontualidade nos lugares de saída. A hora de retorno será entorno às 03:00h e o lugar o Campo da Festa de Cacheiras. O preço do bilhete de ida e volta é de 5€ para cada umha das pessoas que reservárom vaga nos autocarros que partem desde Vigo, Ourense e Ponte Areias. O preço do bilhete do autocarro que parte desde Compostela é de 1.5€ por viagem. Para qualquer dúvida consultar em nacional@siareirasgalegas.org

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Apresentaçom do jogo Galiza-RASD em Compostela

O vindeiro sábado, 17 de Dezembro, Siareir@s Galeg@s apresentará em Compostela as jornadas nacionais do 23 de Dezembro, baixo o lema “15 anos luitando polas selecçons nacionais”. O acto terá lugar no C.S. Gentalha do Pichel (Rua Santa Clara, 21) a partires das 20:30hh e enquadra-se dentro das actividades que se estam a fazer nas diferentes comarcas como prévias ao jogo Galiza-RASD. Coincidindo com o XV aniversário do colectivo, aproveitaremos para fazer um repaso da nossa trajectória. Contaremos também com o Colectivo Solidariedade Galega co Pobo Saharaui, que dará umha palestra informativa. Remataremos com umha pinchada siareira.

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Apresentaçom do jogo Galiza-RASD em Cuntis

A comarca Umia-Tabeirós preparou para esta vindeira sexta-feira, 16 de Dezembro, a partires das 21:00h na Tenda da Ponte, da Vila do Banho (Cuntis), um concerto-apresentaçom das jornadas nacionais do 23 de Dezembro que teram lugar em Teu. Tocaram os grupos locais Morula e Templanza, distribuiram-se os cartóns de Siareir@s Galeg@s e os bilhetes para o concerto e poderedes anotar-vos para viajar até Cacheiras em autocarro. Também haverá petiscos de balde a esgalha. Animamos-vos a participar nas actividades que o nosso colectivo organiza nestas datas, tanto a nível comarcal coma nacional, reforzando assim o apoio popular à nossa selecçom.

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Vídeo promocional do XV aniversário de Siareir@s Galeg@s

Siareir@s Galeg@s celebra o seu XV aniversàrio no Concelho de Teu, o 23 de dezembro, onde terá lugar umha manifestaçom nacional, o jogo de futebol Galiza – RASD (República Árabe Saaraui Democrática) e o concerto de Invivo (Metal-cru desde Compostela), Contra as Cordas (Hardcore desde Ourense), Bastards on Parade (Punk-Folk desde A Corunha) e Opcio-K 95 (Punk-Oi! desde os Països Catalans). Haverá também um aberto de bilharda da autêntica, luita galega, umha carpa DJ e um espaço saaraui com diferentes actividades.

Vídeo elaborado por deica audiovisual.

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